A IA já chegou às empresas. A questão agora é fazê-la funcionar.

As empresas nunca investiram tanto em inteligência artificial. E os resultados nunca foram tão difíceis de comprovar.

Esse é o cenário real da GenAI nas organizações hoje e é exatamente onde está a maior oportunidade estratégica do mercado.

A infraestrutura foi construída pelas big techs em velocidade impressionante. A Microsoft afirmou que estava no caminho para investir aproximadamente US$ 80 bilhões em data centers habilitados para IA no FY2025. A Meta anunciou planos de investir entre US$ 60 bilhões e US$ 65 bilhões em capex em 2025, com foco em infraestrutura de IA, data centers e GPUs. A Amazon indicou capex superior a US$ 100 bilhões em 2025, puxado principalmente por AWS, data centers, servidores, rede e chips customizados para IA.

A Alphabet, por sua vez, informou que continuaria aumentando significativamente seus investimentos em infraestrutura técnica, incluindo servidores, rede e data centers.

Do lado das empresas, os pilotos se multiplicaram. Copilotos, automação de processos, agentes de IA, assistentes internos. O entusiasmo foi real e o movimento, genuíno.

Mas o ROI não veio na mesma velocidade.

E os números confirmam isso com clareza.

Gartner projetou que 30% dos projetos de GenAI seriam abandonados após a fase de prova de conceito até o fim de 2025, por baixa qualidade de dados, riscos não gerenciados, custos elevados ou valor de negócio pouco claro.

O relatório "State of AI in Business 2025", do MIT NANDA, é ainda mais direto: 95% das organizações analisadas obtinham zero retorno mensurável com GenAI.

A conclusão é inevitável: a infraestrutura foi construída. A tecnologia está disponível. Mas a maioria das empresas ainda não conseguiu transformar experimentação em valor real.

O gargalo não é tecnológico, mas sim de execução.

Esse é o ponto que muitas análises erram.

O problema não está nos modelos de linguagem, que evoluem em velocidade impressionante. Não está na cloud, que está disponível, escalável e acessível. E não está na vontade das empresas, que já aprovaram budgets, formaram times e iniciaram projetos.

O gargalo está na lacuna entre o piloto e a produção.

Entre o ambiente controlado de uma POC e o ambiente real de uma corporação existem camadas de complexidade que a maioria subestima:

  • Dados fragmentados, sem governança e distribuídos em sistemas legados
  • Integração com ERPs, CRMs, sistemas proprietários e fluxos de trabalho existentes
  • Governança inexistente ou improvisada, gerando shadow AI e risco regulatório
  • Arquitetura não padronizada, que inviabiliza escala e manutenção
  • Segurança e controle de acesso inadequados para ambientes corporativos
  • Ausência de metodologia para homologar soluções antes de colocá-las em produção

É nessa lacuna que projetos morrem e o ROI desaparece. E é exatamente nessa lacuna que o IEBT Innovation atua.

A camada de execução que faltava para a GenAI enterprise

O IEBT Innovation é uma empresa que desenvolve soluções corporativas de IA generativa com velocidade, governança e segurança.

Não vendemos estratégia sem entrega. Não alocamos profissionais sem metodologia. Não fazemos pilotos que ficam no papel.

Nós cobrimos a lacuna de execução entre o potencial da GenAI e a adoção real em escala nas enterprises.

Para isso, combinamos três competências que, juntas, formam um diferencial difícil de replicar no mercado:

Soluções de IA & Dados: um time técnico especializado em IA, incluindo pesquisadores que monitoram continuamente as tendências e avanços do mercado. São eles que garantem que as soluções do IEBT estejam sempre na fronteira técnica, não apenas funcionais, mas arquiteturalmente sólidas.

Engenharia de software acelerada por IA: capacidade de desenvolvimento de software potencializada por IA, que permite ao IEBT dar escala aos projetos com velocidade e qualidade. Não entregamos apenas protótipos, entregamos soluções prontas para ambientes corporativos complexos.

Consultoria de IA e Inovação: consultores de inovação que entendem profundamente de negócios. São eles que mapeiam as dores reais das organizações, identificam os casos de uso com maior potencial de ROI e garantem que a tecnologia esteja conectada ao que realmente importa para o negócio.

Essas três competências são aceleradas e governadas pelo Cognit AI, a plataforma proprietária do IEBT que reúne arquitetura homologada, artefatos reutilizáveis, esteira de validação, controle de acesso, autenticação, permissionamento e padronização arquitetural para soluções de GenAI.

O Cognit AI é o que nos permite entregar mais rápido, com mais segurança e com menos risco. E é o que nos diferencia de uma consultoria comum ou de uma fábrica de software.

O que isso significa na prática

Significa que quando uma empresa chega ao IEBT com um caso de uso de GenAI, seja um copiloto interno, um agente de atendimento, uma solução de análise de documentos ou qualquer outra aplicação, ela não recebe apenas código.

Ela recebe:

  • Diagnóstico de negócio para garantir que o caso de uso gera ROI real
  • Arquitetura homologada para garantir que a solução escala com segurança
  • Desenvolvimento acelerado por artefatos reutilizáveis e plataforma proprietária
  • Governança integrada para evitar shadow AI e garantir controle corporativo
  • Esteira de homologação com validação técnica antes da entrada em produção
  • Integração real com os sistemas, dados e fluxos de trabalho da empresa

O resultado é uma solução que sai do piloto, entra em produção e gera valor mensurável.

Por que agora é o momento certo

As empresas já entenderam que precisam de IA. Agora estão descobrindo que precisam de parceiros capazes de fazer a IA funcionar no mundo real.

Esse é o espaço que o IEBT ocupa.

Com 16 anos de trajetória em inovação e tecnologia, origem na UFMG, presença no ecossistema do BH-TEC e um time multidisciplinar de mais de 200 especialistas impulsionados por IA, o IEBT combina credibilidade institucional, profundidade técnica e experiência em setores complexos como financeiro, energia, mineração, logística e setor público.

A infraestrutura da IA já foi construída. O próximo passo é transformá-la em ROI corporativo.

Esse é o trabalho do IEBT.